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riscos_e_rabiscos

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Está cá um frioooo...!

Escrevo este post com os dedos das mãos congelados e por mais que os tente aquecer, eles voltam ao estado "cubo de gelo". Assim, se houver muitos erros post afora, já sabem qual o motivo... :P

 

Hoje o meu dia de trabalho foi maior do que o normal. Vim das aulas e fui dar uma explicação. Quando acabei, era já noite. Tive de sair do quentinho para ir apanhar o autocarro rumo a casa e, durante a espera, congelei! 

 

A parte boa é que fiquei com a sensação de dever cumprido e com a sensação de que esta semana passou bem depressa... Também sentiram o mesmo? Gostei do dia de hoje. Quer dizer, o frio podia ser menos mas pronto.

 

Agora vou ali mandar-me para o sofá, beber um chá quente, colocar uma manta sobre as pernas e ver as séries da Foxlife. Programa de "late night" fixe, não é? :)

 

 

 

O mundo é uma ervilha!

Mesmo! O mundo é mesmo uma ervilha! Já tinha feito esta constatação várias vezes na minha vida e hoje foi uma delas.

 

Não é que entro no facebook e deparo-me imediatamente com uma foto de crianças do colégio que saí em julho? Confesso-vos que foi um choque. E também alguma tristeza e saudade das crianças. E mais uma vez percebi o pouco valor que ali me davam, o pouco interesse que davam às minhas mais valias. Muita exigência sim mas em coisas que não traziam benefícios para ninguém. E nem para inglês ver!

 

Nas fotos as crianças mostram o resultado de um dia dedicado ao artesanato, o resultado de uma peça feita por elas. É claro que eu não tenho, e  nunca terei, o protagonismo da artesã dona do facebook onde a foto apareceu mas que aquele e outros projectos podiam ter sido dinamizados por mim. E isto magoa-me porque não me souberam aproveitar e nem me deram a "oportunidade" para isso.

 

Desde que saí do colégio, cortei completamente relações com a instituição em si. Eliminei endereços de mail, contactos de redes sociais, nunca mais contactei colegas que também nem uma SMs ou mail me mandaram quando verificaram que eu já lá não estava) e nem quis saber se o colégio ainda estava de pé. É a minha maneira de lidar com aquilo que me dilacera, magoa profundamente.

 

O mundo é mesmo uma ervilha mas espero que não me apareçam mais fotos destas na parte da ervilha onde eu estiver.

Da carne de cavalo.

Era eu uma miúda, bom acho que ainda o sou por isso, era eu uma criança, que estava na escola primária, quando tive uma hepatite daquelas vulgares, que se resolve com uma boa dieta alimentar. Lembro-me que a minha mãe me dava pão com doce pois não podia comer manteiga ou queijo, comer muito cozidos e grelhados. Lembro-me que me fartei de comer bifes de vaca grelhados, carne que até nem sou grande apreciadora.

 

Um dia, a minha mãe fez-me para o almoço mais um bife grelhado. No fim perguntou-se se eu tinha gostado da carne, se esta era boa, se era macia.  Presumo que deva ter dito que sim. E foi nessa altura que a minha mãe me explicou que carne era aquela: de cavalo!

 

Imediatamente um nó se formou tanto no estômago como na garganta. Ora se eu nunca fui capaz de comer galinhas ou coelhos que tenha visto vivos e a minha mãe sabe bem disso, como é que ela me foi dar carne de cavalo? Pobres bichinhos que são lindos demais para ir parar a um talho!

 

Fiquei danada com a minha mãe e disse-lhe que jamais voltava a comer carne daquela. Se calhar até a comi nalgum produto de compra mas espero que não, afinal está na "moda" enganar o consumidor...

Balanço do dia.

- Calcei as botas novas que se revelaram bem confortáveis;

- O computador voltou a ter problemas;

- A turma portou-se razoavelmente (deve ter sido pelos recados na caderneta do aluno e por mais um relatório de ocorrência);

- Não senti o frio congelante;

- Apanhei a camioneta de regresso a casa mais cedo;

- Entrei em casa ainda com bastante sol, o que me deu a sensação de estarmos a meio da tarde.

Das minhas mãos.*

Serei só eu ou também se passa o mesmo convosco?*

Passo a explicar: Sempre fui uma moçoila com dedos muito flexíveis, com muita ginástica nas mãos. Quando era teenager, conseguia torcer os dedos todos, pareciam de elástico embora agora com a velhice (cof!cof!) já estejam mais enferrujados.

 

Aquilo que observei em mim e que me leva a fazer-vos a pergunta da primeira frase é se vocês, quando estão a teclar, a escrever no computador, também o fazem com os dedos no ar, tipo patinhas de aranha, ou se são só as minhas mãos a fazer isto? Ora observem-se lá e depois contem coisinhas à amiga Pepper... 

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* Post parvo não recomendado a gente sensível!

Gosto Imenso! ♥

Desde há uns tempos para cá que ando a modos que viciada - não me soa bem mas acho que é a palavra que mais se aproxima - em duas séries da televisão. Dão bastante tarde e eu tenho a sorte ou não de não ter que acordar muito cedo.

 

Ambas as séries dão na Foz Life. A primeira das séries é "Amizade Colorida" (Friends with Benefits no original) e retrata a vida de um grupo de amigos sempre prontos a entrejudarem-se e darem apoio uns aos outros, sempre com tempo disponível para o grupo. Há dois amigos que, enquanto não encontram um relacionamento estável, se relaciona entre si sem moralismos ou compromisso. É uma série ligeira, com situações engraçadas e que nos deixa bem dispostos. 

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A segunda série é "Parenthood". Retrata a vida de uma família, pais e filhos, e os diferentes núcleos familiares que a compõem. São pequenos episódios de vida que podem ir do dramatismo leve à comédia subtilmas que não deixam de ser reais e passíveis d serem vividos por cada um de nós.
Gosto particularmente de um dos núcleos familiares em quem um dos filhos é um portador do Síndrome de Asperger. É um apontamento de realidade abordado de uma forma leve mas que pode levar muitos dos que desconhecem o universo Aspergeriano a tomar consciência da luta que pais e filhos travam diariamente. 
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Algum de vocês vê ou já viu estas séries? Que acham, também estão viciados ou sou só eu? ;)

Ó Relvas, emigra!

Não costumo falar de política ou de políticos aqui no blog mas desta vez não resisto. Já tinha visto o novo "episódio Miguel Relvas" ao almoço na televisão mas sem grande atenção. À noite vi com atenção.

 

Devo dizer que fiquei impressionada com mais uma figura ridícula de Miguel Relvas. Não consigo esquecer aquela raiva contida, o sorriso amarelo para disfarçar a vontade de trucidar os alunos do ISCTE que entoavam o "Grândola Vila Morena" e que não permitiam que falasse. Diz o povo que a emenda é pior que o soneto e com razão pois para fazer jus à máxima se não os podes vencer, junta-te a eles, decidiu acompanhar os estudantes na bela canção tão carregada de simbolismos. Até aqui tudo bem, mas o que estragou tudo foi nem sequer saber a letra! 

 

Ò Miguel, onde estavas tu no 25 de Abril? Já estavas em Portugal, não? Nunca ouviste rádio? Mais, fazes parte da população portuguesa (atenção, não digo povo!)? Qualquer português ainda que iletrado sabe o refrão da canção e tu, um aluno de tanto gabarito que passou por tantas licenciaturas, nunca te ficaram as palavras no ouvido? Amigo, há situações em que mais vale estar calado e sossegadinho. Aceita este conselho.

 

Se eu fosse a ti, depois de fazeres tantas figuras ridículas, seguia o conselho do teu amigo Passos Coelho: emigrava! Não fazes cá falta.

 

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